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Superintendente da Anatel tira todas as dúvidas sobre leilão do 5G

Abraão Balbino explica o que vai acontecer com as antenas parabólicas, se o 5G vai exigir novos celulares, e se haverá "roaming" do serviço
Superintendente da Anatel tira todas as dúvidas sobre leilão do 5G
Arte: O Antagonista

O superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino, explicou em entrevista a O Antagonista os principais elementos do leilão do 5G, encerrado nesta sexta (5).

Balbino esclareceu que não há diferenças entre os lotes principais do 5G, arrematados pelas maiores operadoras do Brasil (Claro, Vivo e Tim). “Eles são todos lotes nacionais iguais. A diferença de preço entre eles decorreu da dinâmica própria do leilão (…) Não há nas radiofrequências nenhuma diferença específica”.

A Telefônica, dona da Vivo, fez o lance mais caro (R$ 420 milhões), enquanto a Claro levou um lote por R$ 338 milhões. As regras permitiam a quem fez lances mais baixos realizar em até cinco minutos um lance pelo menos 5% mais alto que o do primeiro colocado.

Como não houve proposta para o quarto lote, ele será dividido entre as operadoras: “Na prática, o que nós temos é que aquelas operadoras que adquiriram os lotes nacionais têm mais espaço, mais capacidade espectral disponível para ofertar e desenvolver os seus serviços”.

Na entrevista, o superintendente da Anatel também tirou dúvidas práticas sobre o que vai acontecer com as antenas parabólicas, se o 5G vai exigir novos celulares, se haverá “roaming” do serviço, o papel da chinesa Huawei – e como pode operar a Winity, a nova operadora de telefonia celular no Brasil.

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