

“Nesta semana, a revista Crusoé completa três anos de existência”, diz Sergio Moro, em sua coluna.
“Assino a revista desde a primeira edição e ela tem se destacado pela independência e pela coragem de suas matérias. O jornalista independente precisa ser, antes de tudo, um forte, para parafrasear um famoso repórter que desbravou os sertões para mostrar, em textos que viraram um clássico da literatura, que a realidade era bem diferente do que a versão oficial tentava imprimir.
Ano passado, após deixar o governo, recebi o gentil convite para escrever uma coluna periódica. Aceitei sem a necessidade de muita reflexão, considerando o apreço pela qualidade da revista. Evidentemente, não sou um jornalista, mas apenas um cidadão que escreve quinzenalmente uma opinião em um veículo respeitado (…).
“Não basta a liberdade formal, a imprensa tem que ter a coragem e a responsabilidade para exercer a liberdade que a lei lhe concedeu. Definir políticas e protocolos para manter a independência é fundamental. Denunciar e tornar públicas todas as tentativas de intimidação parece ser igualmente boa política. Manter distância salutar das facilidades propiciadas pelo poder também é recomendável. Nessa perspectiva, a Crusoé tem sido corajosa, não tendo poupado, o que não é comum, nenhuma esfera de poder com matérias críticas bem apuradas e fundamentadas. Há motivos a comemorar, especialmente quando isso ocorre em um ambiente político polarizado e que favorece excessos.”
Assine a Crusoé e leia o resto do presente de aniversário de Sergio Moro para a revista.



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