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Pesquisador critica omissão da ONU sobre uigures na China

Em entrevista à Crusoé, antropólogo Adrian Zenz fala sobre evidências de repressão a minoria muçulmana e aponta apatia de Michelle Bachelet
Pesquisador critica omissão da ONU sobre uigures na China
Foto: Reprodução, AsiaNews

O antropólogo alemão Adrian Zenz, de 47 anos, é um dos pesquisadores mais atentos à perseguição da minoria muçulmana uigur pelo Partido Comunista da China. Na semana passada, diversos veículos de imprensa publicaram imagens e documentos vazados da polícia da província de Xinjiang e obtidos por Zenz. Os arquivos trazem 5 mil fotos de detentos, com idades entre 3 e 94 anos, que foram presos apenas por causa da fé muçulmana.

Zenz, que é pesquisador na ONG Vítimas do Comunismo, conversou com Duda Teixeira, da Crusoé, sobre o impacto da divulgação desses arquivos — a maior evidência até hoje dos campos de concentração de uigures (foto) — e sobre a apatia de Michelle Bachelet, alta-comissária da Organização das Nações Unidas, ONU, para os direitos humanos.

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