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ONU nega que tenha pedido para funcionários não usarem "guerra" para se referir à Ucrânia

Segundo um porta-voz da entidade, os funcionários são orientados a adequar seus comunicados aos posicionamentos do secretário-geral
ONU nega que tenha pedido para funcionários não usarem “guerra” para se referir à Ucrânia
Foto: Forças de Defesa Territorial do Norte

O porta-voz da ONU Stephane Dujarric disse há pouco a The Guardian que a entidade não pediu a seus funcionários para evitarem as palavras “guerra” e “invasão” para se referir à ação russa na Ucrânia.

Segundo o jornal The Irish, o pedido havia sido feito em um email enviado na segunda-feira (7). Os funcionários deveriam substituir os termos por “conflito” e “ofensiva militar”.

O porta-voz citou um tuíte da subsecretária da ONU, Rosemary DiCarlo, feito ontem, como exemplo de que a informação é falsa. Na mensagem, DiCarlo fala em “guerra sem sentido”.

“Da mesma forma, o secretário-geral usou uma ampla gama de palavras em suas declarações e comentários à imprensa para descrever o que está acontecendo.”

Segundo Dujarric, os funcionários são orientados a adequar seus comunicados sobre à Ucrânia aos posicionamentos do secretário-geral. O porta-voz diz que os termos “guerra” e “invasão”, de forma alguma, são desencorajados.

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