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OMS: se países não impedirem a Delta, também não vão conter a Ômicron

Diretor-geral espera que número de casos da nova variante continue aumentando
OMS: se países não impedirem a Delta, também não vão conter a Ômicron
Reprodução/OMS/YouTube

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, disse nesta quarta (1º) esperar que o número de casos da variante Ômicron siga aumentando, e acrescentou que os países precisam combater a nova cepa da mesma forma que deveriam fazer com a Delta.

“O surgimento da variante Ômicron captou a atenção global, o que é compreensível”, disse, em pronunciamento transmitido pelo canal da OMS no YouTube.

“Pelo menos 23 países de cinco das seis regiões da OMS já relataram casos da Ômicron, e nossa expectativa que é esse número cresça. A OMS leva esse desenvolvimento muito a sério, e todos os países deveriam fazer o mesmo. Mas isso não deve nos surpreender. Isso é o que os vírus fazem”, acrescentou.

“Estamos aprendendo cada vez mais sobre a Ômicron, mas ainda há mais a descobrir sobre seu efeito na transmissão, na gravidade da doença e na eficácia dos testes, terapêuticas e vacinas.”

“Agradeço ao Botsuana e à África do Sul por detectar, sequenciar e relatar essa variante tão rapidamente. É profundamente preocupante para mim que esses países estejam agora sendo penalizados pelos outros por fazerem a coisa certa”, continuou o diretor-geral.

“Ao mesmo tempo, não devemos nos esquecer de que já estamos lidando com uma variante altamente transmissível e perigosa – a variante Delta, que atualmente é responsável por quase todos os casos globalmente.”

“Mas se os países e os indivíduos não fizerem o que precisam para interromper a transmissão da Delta, eles também não interromperão a Ômicron.”

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