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China nega que caso de Ômicron em Pequim tenha relação com surtos em outras cidades

Ditadura atribuiu infecção a correspondência que veio do Canadá
China nega que caso de Ômicron em Pequim tenha relação com surtos em outras cidades
Foto: Xinhua

Um funcionário da ditadura da China disse nesta segunda (17) que o único caso de Ômicron em Pequim teve origem em uma correspondência que chegou do Canadá. A informação é do Global Times, jornal do Partido Comunista da China.

O diretor-adjunto do centro de controle de doenças de Pequim, Pang Xinghuo, disse em coletiva de imprensa que a possibilidade de que a paciente tenha sido infectada por contato com um pacote “não pode ser descartada”, segundo o jornal.

Ainda segundo o jornal chinês, “[a]s autoridades de saúde de Pequim descartaram a possibilidade de que o caso tenha alguma relação com surtos de Ômicron em outras cidades chinesas”.

Não custa lembrar: em 14 de janeiro de 2020 autoridades chinesas contaram à OMS não terem encontrado evidências de transmissão do novo coronavírus de pessoa para pessoa. Isso só foi admitido seis dias depois, no dia 20.

Segundo o Centro de Controle de Doenças dos EUA (o CDC), houve poucos casos de Covid atribuídos a contaminação por fômites (ou seja, por objetos e superfícies). A transmissão por fômites, acrescenta o CDC, “é difícil de provar em definitivo, em parte porque a transmissão respiratória por parte de pessoas assintomáticas não pode ser descartada”.

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