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Vivara (VIVA3): uma joia na Bolsa?

Líder de seu segmento no Brasil, empresa entrou na Bolsa em 2019; Inv Publicações analisa se suas ações são um bom investimento
Vivara (VIVA3): uma joia na Bolsa?
Foto: Divulgação

A Vivara (foto) é líder nacional no mercado de joias e entrou na Bolsa brasileira em 2019, mas será que atualmente suas ações são um bom investimento?

Com 290 pontos de vendas, e tendo mais de 16% de market share em seu segmento, a empresa tem atuado com sua clássica marca Vivara e também por meio da “Life”. O foco são os consumidores de média e alta renda; para isso, a joalheria conta com produtos de alta qualidade, com o objetivo de acompanhar os clientes em diferentes fases da vida. Produtos como joias de ouro, prata, relógios e acessórios fazem parte de seu portfólio.

Mesmo com um cenário inflacionário, que tem reduzido o poder de compra da população, a empresa tem conseguido elevar suas receitas, com um aumento do faturamento de 51% nos últimos dois anos. Isso vem em conjunto com a alta rentabilidade dos resultados, que vêm sendo positivos, e um lucro de R$ 340 milhões nos últimos 12 meses. Os números vêm permitindo um retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de 22% no último ano, um alto ganho visto em poucos negócios.

Se você quiser saber mais de boas empresas do setor de varejo, não deixe de ler o artigo “O varejo que deu certo no Brasil”.

Como o mercado acionário brasileiro vem enfrentando quedas nos últimos 12 meses, é possível que o investidor aloque capital nesta empresa a um valuation atrativo, atualmente negociando 15 vezes o lucro, com um bom potencial de crescimento para os próximos anos. Observamos uma taxa de retorno implícita para o investidor em Vivara de 15% ao ano.

Conclusão

Em tempos de juros altos, o mercado se torna mais seletivo com a alocação de capital. Isso permite que possamos comprar empresas boas, com vantagens competitivas, e ainda assim obter um bom retorno.

Um conceito interessante que grandes investidores passam é: “É mais interessante comprar uma ótima empresa a um preço razoável do que alocar capital em uma companhia razoável a um ótimo preço”.

Neste sentido, estamos otimistas com a tese de investimentos em Vivara.

João Abdouni, analista CNPI na Inv Publicações.

Nota: chamadas de “futuras gigantes” da Bolsa por possuírem maior potencial de crescimento e valorização, as small caps têm, inclusive, um índice próprio na B3, o SMLL. Na série Premium Caps, João Abdouni recomenda as small caps com maiores chances de supervalorização. Clique aqui para conhecer.

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