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“Teto de gastos não morreu”, diz secretário do Tesouro

Paulo Valle afirmou que a PEC dos Precatórios, promulgada antes do Natal, não significa o fim da austeridade fiscal pregada por Paulo Guedes
“Teto de gastos não morreu”, diz secretário do Tesouro
Pedro França/Agência Senado

Em entrevista ao Estadão, o novo secretário do Tesouro, Paulo Valle (foto), disse que o teto de gastos não foi sacrificado, apesar das gambiarras fiscais instituídas a partir da aprovação da PEC dos Precatórios.

“O fato é que o teto de gastos não acabou, não morreu. Por ora, não estamos com a percepção de ter saído tanto das nossas projeções. Mas teremos que fazer ajustes no Orçamento ao longo do primeiro semestre. Em 2022, não vamos chegar ao superávit primário, mas estamos na direção”, disse Valle ao jornal.

Para conseguir bancar o Auxílio Brasil de R$ 400, o governo federal resolveu dar um calote no pagamento de precatórios, estabelecendo um teto para esse tipo de despesa, e flexibilizou as regras relacionadas ao teto de gastos.

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