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Em alta no governo, militares escapam de aperto salarial do funcionalismo

Dados do Tesouro Nacional mostram que despesas com fardados ativos e inativos subiu, enquanto gastos com civis caiu
Em alta no governo, militares escapam de aperto salarial do funcionalismo
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Em alta no governo de Jair Bolsonaro (PL), os militares brasileiros escaparam do aperto salarial aplicado sobre os gastos com o funcionalismo na gestão do presidente, diz a Folha.

Dados do Tesouro Nacional já corrigidos pela inflação apontam que houve queda de 8,4% no dispêndio do Executivo com servidores civis da ativa de 2018 — ano anterior à posse de Bolsonaro — a 2021. No mesmo período, o gasto com os inativos caiu 3,3%.

Em relação aos militares, os do serviço ativo custaram 5,7% a mais no período, e os inativos, 4,2%. No ano passado, os fardados em serviço representaram gasto de R$ 34,6 bilhões para os cofres públicos, enquanto os civis na mesma condição geraram despesa de R$ 137,2 bilhões. A diferença é menor quando os grupos analisados são de aposentados e pensionistas: R$ 90,5 bilhões para civis e R$ 56,1 bilhões para militares.

Em valores nominais, o grupo militar ativo viu o gasto do governo com ele crescer 26,8%, enquanto houve aumento de 9,9% com os civis. Nos inativos, houve alta de 25,1% e 16,1%, respectivamente.

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