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De “PEC kamikaze” a “PEC salva-vidas”

Proposta que foi criticada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, agora é elogiada por integrantes do Poder Executivo às vésperas das eleições
De “PEC kamikaze” a “PEC salva-vidas”
Foto: divulgação

Após ser chamada pela própria equipe econômica do governo federal de “PEC kamikaze”, a emenda constitucional 1/2022, apresentada no início do ano pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT), passa a ser vista como a tábua de salvação do Executivo Federal.

Depois da falta de consenso em torno da PEC 16/2022, do líder governista Carlos Portinho (PL-RJ), e a tentativa de incluir a concessão de benefícios como jabutis ao texto inicial, que tratava da compensação aos estados pela redução de impostos, a ala governista buscou a solução na proposta que estava engavetada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), havia quatro meses.

Após os sucessivos adiamentos da apresentação do relatório do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), a PEC 16/2022 foi apensada à PEC 1/2022 e começou a tramitar a “toque de caixa”, com votação marcada para hoje.

Por meio do Twitter, o senador Carlos Fávaro alfinetou o ministro da Economia, Paulo Guedes. “O que ele pensa agora? Não dá pra mexer, de uma hora pra outra, na formação dos preços dos combustíveis, mas  não podemos cruzar o braço diante do sofrimento dos brasileiros e, por isso propus, no início de fevereiro, o aumento do vale-gás, do auxílio a caminhoneiros autônomos e subsídio ao transporte coletivo”.

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