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Bolsonaro é a nova Dilma

"Financiar as contas públicas ficou tão caro quanto no fim do primeiro mandato da ex-presidente"
Bolsonaro é a nova Dilma
Foto: Alan Santos/PR

O mercado festeja o descalabro bolsonarista.

“Devastado pela baderna fiscal promovida pelo presidente Jair Bolsonaro e por seus aliados, o Tesouro Nacional ainda tem de pagar ao mercado o custo da insegurança causada pela gastança eleitoreira e por aberrações como o orçamento secreto”, diz o Estadão, em editorial.

“Financiar as contas públicas ficou tão caro quanto no fim do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, quando sinais de enorme desarranjo financeiro já eram visíveis. Para vender papéis de 40 anos atrelados ao IPCA, o Ministério da Economia teve de se comprometer, nesta semana, com uma taxa real de 6,17% ao ano. O custo estava em 4,76% no início do mandato, em janeiro de 2019, e chegou perto de 3% quando foi aprovada a reforma da Previdência. Ruim para o Tesouro, a desconfiança do mercado é desastrosa para a economia e para a maior parte dos brasileiros, principalmente para os mais pobres.”

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