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Auditores do trabalho também entregam cargos de chefia em pressão por reajuste

Mais de 150 já deixaram seus postos de chefia ou coordenação; movimento é semelhante ao realizado por servidores da Receita Federal e do Banco Central
Auditores do trabalho também entregam cargos de chefia em pressão por reajuste
Foto: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Depois de servidores da Receita Federal e do Banco Central entregarem cargos comissionados, mais de 150 auditores-fiscais do Trabalho já deixaram seus postos de chefia ou coordenação, diz o Estadão.

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) se reuniu nessa terça (4) com integrantes Ministério do Trabalho e Previdência para levar a insatisfação dos servidores que, assim como outras 36 categorias, cobram do governo Bolsonaro reajustes salariais.

A mobilização ocorre após o governo sinalizar uma reestruturação somente das carreiras policiais ligadas ao Ministério da Justiça, como a Polícia Federal.

Assim como no caso da Receita, os auditores do Trabalho também cobram a regulamentação do bônus variável por eficiência, que foi aprovado pelo Congresso há cinco anos, mas ainda não entrou em vigor.

Segundo o vice-presidente do Sinait, Carlos Silva, mais auditores devem entregar cargos nos próximos dias. 

“Esse número ainda vai aumentar. Deixamos claro para o ministério que a realidade que se apresenta para nós é de indignação em grau máximo. Não vamos mais aguardar outra oportunidade para que se regulamente o que está em lei. Já esperamos cinco anos”, disse o sindicalista.

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