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"As prioridades não foram os gastos sociais", diz Felipe Salto, sobre Orçamento

Em entrevista, o economista afirmou que a previsão de R$ 1,7 bilhão para um reajuste salarial a policiais é "bastante preocupante"
“As prioridades não foram os gastos sociais”, diz Felipe Salto, sobre Orçamento
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Felipe Salto (foto), da Instituição Fiscal Independente, comentou o Orçamento de 2022, aprovado ontem na Câmara. Em entrevista à TV Globo, o economista afirmou que o texto não colocou os gastos sociais como prioridade.

Como mostramos, o Orçamento traz a menor previsão de investimento público da história. O texto ainda estabelece R$ 4,9 bilhões para o fundão eleitoral, R$ 16,5 bilhões para as emendas de relator e R$ 1,7 bilhão para o reajuste salarial a policiais.

“A incorporação de reajustes salariais para os policiais no ano que vem é bastante preocupante. Ela revela que as prioridades não foram os gastos sociais, despesas relacionadas a minimizar os efeitos da pandemia, do mercado de trabalho, na vida das pessoas.”

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