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A estratégia do PT para tentar barrar a PEC kamikaze

Sigla, que votou a favor do texto no Senado, promete questionar desde prazos regimentais até impacto fiscal da medida na sessão da comissão especial amanhã
A estratégia do PT para tentar barrar a PEC kamikaze
Foto: Wesley Amaral/ Câmara dos Deputados

O PT já definiu a estratégia para tentar atrasar ao máximo a tramitação da PEC kamikaze tanto na comissão especial quanto no plenário da Câmara.

Na comissão especial, cuja sessão está marcada para amanhã às 9h, o partido vai questionar os prazos regimentais estabelecidos pela presidente do colegiado, Celina Leão (PP-DF), para a votação do texto.

Na visão do partido, a análise do relatório de Danilo Forte (União-CE) deveria ser adiada para sexta-feira, porque não foram realizadas as duas sessões ordinárias determinadas após o pedido coletivo de vista feito na madrugada desta quarta-feira.

Na comissão especial, o partido ainda pretende apresentar requerimentos de adiamento de discussão, de adiamento de votação e de retirada da matéria de pauta.

O PT também vai apresentar um outro pedido para que o governo apresente um relatório de impacto fiscal relacionado à ampliação do Auxílio Brasil para R$ 600 e à concessão do vale-diesel de R$ 1 mil. Na visão do líder do PT na Câmara, Reginaldo Lopes (foto), o governo ainda não detalhou de forma concreta o rombo nos cofres públicos.

Mesmo que o partido seja derrotado na comissão especial, o PT vai tentar também adiar a análise da PEC no plenário da Câmara, por meio de requerimentos de adiamentos de discussão, de adiamento de votação e de retirada de pauta da matéria.

Não custa lembrar que, quando a PEC kamikaze passou pelo Senado, todos os sete senadores petistas votaram a favor dela.

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