

Thomas Traumann, que foi ministro da Propaganda de Dilma Rousseff, agora é analista de pesquisas eleitorais na Veja e em O Globo.
A imprensa brasileira é realmente espantosa.
Em sua última coluna, Traumann disse que acompanhou cinco pesquisas qualitativas encomendadas por um banco de investimentos. Nelas, tentava-se entender quais eram os pontos fracos dos dois principais candidatos.
“A principal questão da média dos entrevistados com Lula é a corrupção. Todos os pesquisados sabiam que os processos da Lava Jato haviam sido anulados e que o ex-presidente recuperou os direitos políticos, mas mesmo entre os que simpatizam com ele há dúvidas sobre sua inocência.
Em uma eleição padrão, a fixação do seu nome com corrupção seria fatal, mas não em 2022. Depois do desapontamento com a Nova Política prometida por Bolsonaro, o eleitor está mais cínico. Foram repetidas frases como ‘Lula fez o que todos fazem’, ‘só pegaram ele e deixaram os filhos do Bolsonaro em paz’ e o clássico ‘rouba, mas faz’”.
Lula não foi inocentado nem por seus eleitores – e só se salva porque Bolsonaro é ainda mais deplorável do que ele.



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