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"Tira o sigilo, Jair"

Humberto Martins, do STJ, derrubou o acesso a dados detalhados do cartão corporativo do presidente da República; corte especial vai analisar o caso
“Tira o sigilo, Jair”
Foto: Gustavo Lima

A Corte Especial do STJ vai julgar amanhã (18) um recurso apresentado pelo Estadão contra decisão do ministro Humberto Martins (foto), que suspendeu o acesso do jornal aos gastos registrados no cartão corporativo de Bolsonaro.

O Estadão garantiu acesso às informações após um ano e meio de batalha judicial no TRF-3. Quatro dias depois, Martins suspendeu a ordem dos desembargadores. 

Somente nos quatro primeiros meses de 2020, a fatura presidencial atingiu a marca de R$ 3,76 milhões — um aumento de 98% em relação à média dos últimos cinco anos no mesmo período. Em 2022, os gastos presidenciais já somam R$ 8,9 milhões.

O valor geral dos gastos com cartão corporativo é divulgado no Portal da Transparência. Após diversas recusas da Secretaria-Geral da Presidência a detalhar os dados, o Estadão recorreu à Justiça. Humberto Martins acolheu o argumento do governo de que os dados dizem respeito à segurança da Presidência.

No Twitter,  nesta terça-feira (17), o assunto “Tira o sigilo, Jair” é um dos mais comentados.

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