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"Senado não é palanque eleitoral", diz líder do governo, sobre CPIs

Carlos Portinho (PL-RJ) fala em cinco Comissões Parlamentares de Inquérito correndo ao mesmo tempo, e defende decisão de Pacheco em adiar instalação
“Senado não é palanque eleitoral”, diz líder do governo, sobre CPIs
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O líder do governo no Senado Federal, Carlos Portinho (PL-RJ, foto), defendeu a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em instalar as CPIs pendentes na Casa apenas após as eleições de outubro – incluindo a CPI do MEC, que investigaria tráfico de influência no Ministério da Educação. Para ele, o adiamento impede a politização dos temas.

“No momento eleitoral, os parlamentares estão dedicados às eleições”, disse. “O Senado não é campo de eleição. Não é palanque eleitoral.”

O senador fluminense também argumenta que a decisão resolve o problema de falta de parlamentares no Congresso durante este período. Nem seria cobrada a presença dos parlamentares na Casa.

“É um vício de representação evidente: um terço dos senadores concorrem aos próprios mandato; dos outros dois terços a grande maioria concorre a governo – e quem não concorre, que são poucos e não suficientes para compor as cinco CPIs, estão envolvidos com as eleições dos seus estados, disse.

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