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Sem acordo sobre palanques, federação entre PT e PSB dificilmente sairá do papel

O 'consórcio de partidos' esbarra na montagem das alianças regionais para as eleições de 2022 e 2024; principal gargalo é São Paulo
Sem acordo sobre palanques, federação entre PT e PSB dificilmente sairá do papel
Carlos Siqueira e Gleisi Hoffmann, presidentes de PSB e PT. Foto: Divulgação

Mesmo após intensas negociações no início deste ano, integrantes de PT, PSB, PCdoB, PV e PSOL voltaram a afirmar, em caráter reservado a O Antagonista, que dificilmente uma federação de partidos de esquerda sairá do papel em 2022.

Na próxima quarta-feira (9), às 16h, haverá a quarta reunião sobre federação entre representantes dos quatro partidos. O encontro será realizado na sede nacional do PSB em Brasília.

A possibilidade de união de partidos foi aprovada no ano passado pelo Congresso, como forma de dar sobrevida às siglas menores. Nas federações, os partidos têm estatuto comum e são obrigados a votar sob a mesma orientação na Câmara e no Senado, por quatro anos. Em contrapartida, contabilizam de forma conjunta o número de votos para as eleições de deputado federal e estadual.

O ‘consórcio de partidos’, porém, esbarra na montagem dos palanques regionais para as eleições de 2022 e 2024, e na definição sobre o peso de cada legenda na união das agremiações.

O maior nó está entre o PSB e o PT em relação a São Paulo. Apesar da intervenção de Lula, o PT não abre mão da candidatura de Fernando Haddad; já o PSB insiste em lançar Márcio França para o Palácio dos Bandeirantes.

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