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Roma reafirma que Auxílio Brasil é permanente (e omite que programa é eleitoreiro)

Ministro da Cidadania também não esclareceu que o pagamento do benefício de R$ 400 até dezembro de 2022 só será possível com uma gambiarra no teto de gastos
Roma reafirma que Auxílio Brasil é permanente (e omite que programa é eleitoreiro)
Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O ministro da Cidadania, João Roma (foto), reafirmou hoje, durante evento no Palácio do Planalto, que o Auxílio Brasil, que sucedeu o Bolsa Família, é permanente. Entretanto, ele omitiu que o programa social de Jair Bolsonaro é eleitoreiro e só sairá do papel por meio de uma gambiarra no teto de gastos.

“Disseram que era transitório [o Auxílio Brasil]. Não. Estamos falando de programa permanente e olhando pras próximas gerações”, disse.

Roma também agradeceu aos deputados que aprovaram a PEC dos Precatórios. A proposta adia o pagamento de sentenças judiciais e muda a regra de cálculo do teto de gastos. Com isso, abre um espaço fiscal de R$ 91,6 bilhões.

Parte desses recursos será direcionado para bancar um Auxilio Brasil, até dezembro de 2022, de R$ 400. Após esse prazo, o valor dos benefícios diminuirá.

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