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Roberto Freire admite que pré-candidatura do Cidadania não se sustenta

O partido havia apresentado o nome do senador Alessandro Vieira, mas, para o dirigente, fora do 'bolsolulismo', os candidatos viáveis são Ciro, Moro e Doria
Roberto Freire admite que pré-candidatura do Cidadania não se sustenta
Foto: Pedro França/Agência Senado

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, admitiu nesta terça-feira (25) que a pré-candidatura do seu partido à Presidência da República não se sustentará até o primeiro turno, marcado para 2 de outubro.

“Não se sustenta. A federação está sendo discutida pelo Cidadania e, seja ela qual for, o nosso pré-candidato não será o escolhido”, disse ele a O Antagonista.

Em setembro do ano passado, o Cidadania aprovou o nome de Alessandro Vieira (foto), senador por Sergipe, como pré-candidato. Na época, Freire estava se reunindo com presidentes de outros partidos na busca de uma candidatura única da chamada Terceira Via. Desde então, o Cidadania negocia possível federação com PSDB e com Podemos — Freire nunca escondeu sua afinidade maior com os tucanos.

Segundo o presidente do Cidadania, as discussões desse grupo político giram atualmente em torno de três nomes: Ciro Gomes (PDT), Sergio Moro (Podemos) e João Doria (PSDB).

“Como o momento é de consolidação dessas três candidaturas, as conversas estão suspensas, salvo articulações dispersas.”

Para Freire, “nada ainda está decidido” em relação à corrida presidencial deste ano, “embora o ‘bolsolulismo’ trabalhe com afinco para vender a ideia de que o segundo turno entre Lula e Jair Bolsonaro são favas contadas. Não é, muita água ainda vai correr”.

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