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Quem respondeu aos questionamentos sobre verba extra

Quem respondeu aos questionamentos sobre verba extra
Foto: Adriano Machado/Crusoé

O Antagonistacomo registramos mais cedo, enviou mensagens a deputados e senadores questionando-os sobre o recebimento de verbas extras de 2020 para cá — entenda aqui.

Quase todas as respostas são negativas, sendo a maioria de parlamentares que não votaram em candidatos do Palácio do Planalto nas eleições no Congresso.

Os deputados do Novo Adriana Ventura, Marcel van Hattem, Tiago Mitraud, Paulo Ganime e Alexis Fonteyne, por exemplo, disseram não ter recebido um centavo de verba extra. Mitraud até brincou: “Zero em 2019. Zero em 2020. Zero em 2021. E zero em 2022”.

Kim Kataguiri (DEM) respondeu dizendo ter recebido “zero” reais de recursos extras, assim como seu correligionário Sóstenes Cavalcante. A deputada Bruna Furlan, do PSDB, disse que recebeu somente as emendas individuais. Ela lembrou que, na tramitação da reforma da Previdência, chegaram ofertas de verba extra, todas recusadas. “Disse que, se continuassem me ligando, eu faria denúncia de compra de votos. Votei a favor da reforma porque eu quis, por minha convicção”.

Na esquerda, o petista Paulo Pimenta, que liderou a bancada do partido em 2019, também afirmou não ter recebido recursos extras: “Nunca tratei desse assunto com ninguém do governo”. A deputada Lídice da Mata (PSB) reagiu assim: “Não recebi nem sequer a execução do total das minhas emendas individuais”.

O deputado Julian Lemos, da ala bivarista do PSL, informou igualmente não ter recebido verba extra. A deputada bolsonarista Carla Zambelli disse que teria que fazer um levantamento sobre os valores recebidos em 2020. A também bolsonarista Alê Silva informou que entre 2019 e 2020 movimentou R$ 45,4 milhões em emendas, incluindo “indicações de ministérios” — ela faz uma divulgação detalhada dos valores recebidos e do andamento das destinações.

No Senado, Alvaro Dias (Podemos), Jorge Kajuru (Cidadania), Oriovisto Guimarães (Podemos), Eduardo Girão (Podemos) e Major Olimpio (PSL) afirmaram não ter participado de “toma lá, dá cá” com recursos extas. Olimpio, no ano passado, denunciou a oferta de R$ 30 milhões extras para colegas do grupo de Davi Alcolumbre, como noticiamos.

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