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PSOL e Rede acionam Conselho de Ética e pedem cassação de Eduardo Bolsonaro

No fim de semana, o deputado federal e filho do presidente escreveu um comentário asqueroso sobre a jornalista Míriam Leitão
PSOL e Rede acionam Conselho de Ética e pedem cassação de Eduardo Bolsonaro
Foto: Leonardo Marques - ASCOM/MCTI

Lideranças do PSOL e da Rede entraram nesta segunda-feira (4) com uma representação no Conselho de Ética da Câmara para pedir a cassação do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente da República.

Como registramos, Eduardo escreveu um comentário asqueroso depois que Míriam Leitão publicou um artigo em O Globo, ontem cedo, no qual critica a Terceira Via por tratar Lula e Jair Bolsonaro como iguais. Nas redes sociais, ele fez referência à tortura sofrida pela jornalista na ditadura.

“A declaração criminosa, repugnante e abjeta foi repudiada por parlamentares, movimentos e entidades de diferentes espectros ideológicos. (…) É preciso considerar que tais atos atentatórios contra a democracia e os Direitos Humanos são recorrentes por parte do parlamentar Representado”, dizem trechos da representação (leia aqui a íntegra).

Os partidos também afirmam que Eduardo Bolsonaro, com esse episódio, “deixa mais uma vez evidenciado o seu caráter misógino e machista”.

O texto é assinado pelo presidente do PSOL, Juliano Medeiros, e pelos seguintes parlamentares: Sâmia Bomfim (PSOL-SP), Vivi Reis (PSOL-PA), Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Ivan Valente (PSOL-SP), Áurea Carolina (PSOL-MG), Glauber Braga (PSOL-RJ), Luiza Erundina (PSOL-SP), Talíria Petrone (PSOL-RJ), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Joênia Wapichana (Rede-RR), Túlio Gadelha (Rede-PE), além dos porta-vozes da Rede, Wesley Diógenes e Heloísa Helena.

Eles argumentam que “a liberdade de se expressar não pode se confundir com o discurso de ódio e o incentivo à violência” e concluem que “a cassação de Eduardo Bolsonaro é imperativa e urgente”.

“Não há nenhuma condição moral e política dele permanecer à frente de qualquer cargo público.”

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