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PGR defende manutenção da prisão preventiva de Roberto Jefferson

Em novembro, Moraes decidiu afastar o ex-deputado da presidência do PTB. A decisão tem validade inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada
PGR defende manutenção da prisão preventiva de Roberto Jefferson
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

A subprocuradora-geral da República Lindôra Araujo enviou ao Supremo Tribunal Federal uma manifestação na qual defende a manutenção da prisão preventiva do ex-deputado Roberto Jefferson (foto).

“Os últimos comportamentos do investigado demonstram a ausência de comprometimento a cumprir as determinações judiciais que lhes são impostas”, disse Lindôra.

Segundo a subprocuradora, o decreto de prisão preventiva foi um obstáculo para que o ex-parlamentar continuasse a praticar condutas criminosas, como a divulgação de manifestações, pessoalmente ou por intermédio de outras pessoas, por meio de áudios, escritos e vídeos com ofensas aos ministros e à democracia.

“Os pressupostos para o decreto prisional continuam atuais, em razão do comportamento desrespeitoso e por vezes hostil que o investigado manteve durante todo o período da custódia
preventiva. Isso demonstra a necessidade da manutenção da sua custódia para a garantia da ordem pública”, afirmou.

Em agosto deste ano, Moraes determinou a prisão preventiva de Jefferson, que havia se aliado ao presidente Jair Bolsonaro, e o cumprimento de busca e apreensão contra ele por suposta participação em uma organização criminosa digital montada para ataques à democracia.

Em novembro, Moraes decidiu afastar o ex-deputado da presidência do PTB. A decisão tem validade inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada, e atende a um pedido de deputados estaduais e federais da própria legenda.

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