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Paulo Preto tentou blindar patrimônio

 

Considerado operador de propinas de tucanos, Paulo Preto criou em 2014 uma empresa para absorver seu patrimônio em imóveis e uma lancha.

Para os investigadores, essa é uma manobra para blindar bens contra confiscos determinados pela Justiça, relata a Folha.

“Ao menos quatro imóveis do engenheiro e da ex-mulher, adquiridos após a entrada dele na Dersa e avaliados em R$ 3,4 milhões (em valor venal total, que costuma ser subestimado), foram assumidos naquela época pela empresa.

Na Junta Comercial, ela está inscrita como ‘holdings de instituições não financeira, aluguel de imóveis e compra e venda de imóveis próprios’.

Entre os imóveis em nome da empresa está o apartamento onde ele morava até ser preso. Localizado na Vila Nova Conceição, bairro nobre de São Paulo, tem valor venal de R$ 2,3 milhões —no mercado é avaliado em R$ 5,3 milhões”.

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