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Para Malafaia, Bolsonaro não perde discurso contra corrupção com caso Milton Ribeiro

Líder evangélico diz ser "piada" comparar corrupção dos governos do PT a caso de ex-MEC - mas negou que bancada evangélica indicou nome do pastor ao cargo
Para Malafaia, Bolsonaro não perde discurso contra corrupção com caso Milton Ribeiro
Foto: Isac Nóbrega/PR

Silas Malafaia tentou minimizar a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, nesta quarta-feira (22). Na visão do líder evangélico, casos de corrupção do atual governo não envolvem o presidente, nem poderiam ser comparados com mandatos anteriores.

“Querer comparar a corrupção do governo Lula com o governo Bolsonaro só pode ser piada”, disse o líder evangélico em um vídeo no Youtube. Para o líder da Assembleia de Deus e aliado de primeira hora do presidente da República, o “jornalismo bandido e sectário” seria o responsável pelo escândalo. “Bolsonaro está envolvido em quê, incriminado em quê?”, questionou.

Milton Ribeiro, um pastor evangélico, foi gravado em áudio dizendo dar prioridade a pedidos vindos dos amigos de dois pastores, atendendo a um pedido direto de Bolsonaro. O escândalo gerado pelo suposto tráfico de influência motivou a queda de Ribeiro em março, e sua prisão hoje – vista como um “desastre” na campanha bolsonarista.

Malafaia tentou distanciar o caso da atuação dos evangélicos na política. “Nem Damares [Alves, ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos] nem Milton [Ribeiro] foram indicações de pastores nem da bancada evangélica – foi do próprio presidente”, disse. “Nós denunciamos, e nós queremos investigação séria, doa a quem doer.”

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