

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, criticou o que estamos chamando de “orgia fiscal” de Paulo Guedes.
“O fim do tetos de gastos estava sendo ensaiado há meses e os liberais deste governo foram consumidos como sapos na panela”, disse ele a O Antagonista.
“Além de colocarem suas biografias em risco, [os integrantes da Economia] vão ser considerados culpados quando a conta chegar. A natureza populista do Bolsonaro e a sua eterna campanha pela reeleição, somadas à sanha do Centrão por recursos e emendas, tornam inviável a implantação de qualquer agenda liberal”, acrescentou.
Bolsonaro está apostando todas as suas fichas no Auxílio Brasil, sem a previsão de despesas. Hoje, ele reforçou que o programa terá valor médio de R$ 400, mas, de novo, não informou de onde vai tirar dinheiro para bancar a medida eleitoreira.
O Novo, que tem o liberalismo econômico como uma de suas bandeiras, anunciou institucionalmente, em julho deste ano, ser favorável ao impeachment de Bolsonaro. O partido, porém, enfrenta uma turbulência interna, em razão de alguns mandatários serem mais alinhados ao presidente da República.
Beto Albuquerque, um dos vice-presidentes do PSB, também se manifestou hoje sobre as reações do mercado financeiro às gambiarras fiscais do governo Bolsonaro.
“O mercado apostou todas as suas fichas no Bolsonaro e agora está vendo que já perdeu todas as fichas ao ter apostado em um incompetente, irresponsável e inculto.”



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