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'O vagabundo do presidente pediu que contratassem Jacaré no PSL recebendo R$ 20 mil'

O empresário Paulo Marinho saiu em defesa de Gustavo Bebianno no Twitter, após acusações feitas pelo ex-assessor de Jair Bolsonaro
O vagabundo do presidente pediu que contratassem Jacaré no PSL recebendo R$ 20 mil
Foto: Reprodução/Instagram

O empresário Paulo Marinho (foto) afirmou no Twitter que Jair Bolsonaro pediu para que Gustavo Bebianno contratasse Waldir Ferraz, conhecido como Jacaré, na folha do PSL, recebendo R$ 20 mil.

Bebianno coordenou a campanha de Bolsonaro e comandou a Secretaria-Geral da Presidência até abril de 2019, quando foi demitido. Ele morreu em 2020, após sofrer um infarto. 

Paulo Marinho, que era amigo de Bebianno, saiu em defesa dele após Jacaré, que trabalhou como assessor de Bolsonaro, ter afirmado, em entrevista à Veja, que convenceu o presidente de que o ex-ministro teve participação no atentado em Juiz de Fora, durante a campanha presidencial de 2018.

“Um anônimo, vulgo Jacaré, afirmou na revista Veja que convenceu Bolsonaro de que Bebianno estaria envolvido no atentado de JF. A verdade: o vagabundo do presidente pediu para que Gustavo contratasse Jacaré na folha do PSL recebendo R$20k. Bebianno negou mais essa rachadinha”afirmou Paulo Marinho, em publicação nesse domingo (23).

Ainda na entrevista, Jacaré falou em “batom na cueca” e atribuiu a prática das rachadinhas a Ana Cristina Valle, ex-mulher número 2 de Bolsonaro e mãe de Jair Renan. No entanto, o ex-assessor de Bolsonaro disse depois que a Veja “deturpou” suas declarações e negou ter presenciado rachadinha nos gabinetes dos filhos do presidente.

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