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O que o bolsonarismo perde com a morte de Olavo de Carvalho

Durante a campanha eleitoral, por exemplo, o escritor ajudava a formular estratégias e modular o tom dos embates eleitorais e políticos
O que o bolsonarismo perde com a morte de Olavo de Carvalho
Divulgação

Embora tenha ajudado a eleger Jair Bolsonaro, Olavo de Carvalho (foto) vivia nos últimos tempos uma relação de altos e baixos com o presidente, diz a Crusoé. O ideólogo não se acanhava em tecer críticas públicas ao governo, sobretudo depois da aproximação do presidente com o Centrão e da perda de espaço da ala ideológica no governo.

“Há cerca de um mês, no entanto, deixou claro que estaria ao lado do presidente na campanha à reeleição. Entre a falta de alternativas na extrema-direita, declarou que Bolsonaro era ‘o melhor candidato’. Apesar das recentes divergências, a morte de Olavo é uma perda inegável para Bolsonaro e para o bolsonarismo […].”

“De pronto, a campanha à reeleição é desfalcada de uma figura que, mesmo sem a mesma influência de 2018, ajudava a formular estratégias e modular o tom dos embates eleitorais e políticos.”

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