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"Bancada da Bíblia" joga Milton Ribeiro no inferno

Frente Parlamentar Evangélica abandona ex-ministro e tentará se dissociar do episódio dos pastores lobistas no Ministério da Educação
“Bancada da Bíblia” joga Milton Ribeiro no inferno
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Os integrantes da “Bancada da Bíblia” da Câmara evitaram sair em defesa do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, que foi preso preventivamente após operação da Polícia Federal. A ideia da bancada é tentar se afastar ao máximo do episódio.

Hoje, durante pronunciamento em plenário, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), aliado do presidente Jair Bolsonaro, defendeu a punição ao ex-ministro. Mas ressaltou que os prefeitos envolvidos no Bolsolão do MEC também devem ser investigados.

“Quero deixar uma pergunta: se houve corrupção passiva por parte do [ex]ministro, onde está a corrupção ativa? Por que não houve prisões aos prefeitos que, supostamente, foram os corruptores? Queremos a punição de tudo e de todos. Este é o nosso desejo. Este governo é diferente do anterior. Esse governo não joga nenhum erro para debaixo do tapete. Se errou, será punido”, disse Cavalcante.

“Como presidente da Frente Parlamentar Evangélica defendi, desde o início, o afastamento, a investigação e que, se durante o percurso da investigação fosse encontrado qualquer ato ilícito, a devida punição ao rigor da lei”, acrescentou.

Já o deputado pastor Marco Feliciano (PL-SP) classificou a prisão como um “triste episódio” e disse que ainda espera novos desdobramentos sobre o caso.

Assista ao pronunciamento de Sóstenes Cavalcante:

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