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O ensino domiciliar é legitimo, mas não recomendo

"Desde que existam algumas salvaguardas, não há como proibir os pais de assumir papel preponderante na educação dos filhos", escreve Carlos Graieb na Crusoé
O ensino domiciliar é legitimo, mas não recomendo
Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Em artigo na Crusoé, aberto aos não assinantes da revista, Carlos Graieb comenta o projeto de regulamentação do ensino domiciliar (“homeschooling”) que a Câmara (foto) colocou em tramitação de urgência na semana passada.

“Pela lógica do bolsonarismo, a urgência que a regulamentação do ensino domiciliar recebeu na Câmara, na semana passada, foi uma aberração. Segundo essa turma, grupos minoritários devem se adequar às práticas da maioria, ou então, como já disse o presidente, ‘buscar um país onde viver seus ideais’. Os ‘homeschoolers’ representam uma minoria dentro da minoria bolsonarista: segundo as estimativas, algo entre 5 mil e 30 mil famílias. Seu desejo de educar os filhos em casa não deveria se sobrepor a outras pautas urgentes que aguardam a atenção dos deputados. Mas faço essa observação apenas para não deixar que a hipocrisia do bolsonarismo passe em branco. No mérito, concordo com o Supremo Tribunal Federal, que tratou do assunto em 2018: desde que existam algumas salvaguardas, não há como proibir os pais de assumir o papel preponderante na educação dos filhos.”

LEIA AQUI a íntegra do artigo; assine a Crusoé e apoie o jornalismo independente.

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