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“O Bolsonaro conciliador era evidentemente uma fraude”

Para Miguel Reale Júnior, o presidente cometeu crime de responsabilidade ao desobedecer decisão de Moraes e faltar a depoimento da PF
“O Bolsonaro conciliador era evidentemente uma fraude”
Foto: Alan Santos/PR

Para Miguel Reale Júnior, o presidente Jair Bolsonaro (foto) cometeu crime de responsabilidade ao desobedecer a decisão de Alexandre de Moraes para depor presencialmente à PF. Em artigo para o Estadão, Reale Júnior afirmou:

“O presidente poderia ter informado que manteria o silêncio em interrogatório e que nada teria a dizer, sendo desnecessária a sua realização. Mas não, pelo contrário, manifestou interesse em ser ouvido. Ao se vencerem os 60 dias, apresentou, então, recurso sabidamente intempestivo a uma decisão de meses atrás, com a qual concordara. Em suma, o Bolsonaro conciliador era evidentemente uma fraude e fez joguete com o Supremo.”

E acrescentou:

Hoje, pelo visto, a Bolsonaro não interessa mais ser cordato. Precisa satisfazer sua trupe, indo novamente ao confronto com o Supremo, para figurar como vítima de nova “facada”, agora do Judiciário. Uma traquinagem, como bem ressaltou Editorial de terça-feira passada, que se acrescenta à grave violação de sigilo.”

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