

Ricardo Barros, o cacique do Centrão que se tornou líder de Jair Bolsonaro, estreou atacando Sergio Moro e a Lava Jato.
Ele disse para o UOL:
“A Lava Jato está sendo combatida até pelo procurador-geral da República. O estilo Lava Jato de implementar as questões judiciais não tem amparo na legislação e nem na Constituição. Essas ilegalidades que foram cometidas pela Lava Jato serão passadas a limpo num determinado momento, sem prejuízo do resultado do combate à corrupção que foi estabelecido e é louvável (…).
A Câmara é a representação da sociedade. Não é um juiz que vai dizer como tem que ser a lei no Brasil, é o Congresso que tem que dizer como vai ser a legislação. O juiz Moro tentou implementar sua visão. A força-tarefa também está sendo questionada pelo procurador-geral e está se esquivando como pode de dar transparência ao que fez. Eu penso que o Congresso avançou, aprovou medidas novas de combate à corrupção. Não vejo que nós tivéssemos que nos curvar à visão de alguém ou de um grupo de pessoas que queiram impor à sociedade um sistema de justiceiros e não de Justiça.”
O medo em relação a Moro agora é eleitoral.



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