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Nos EUA, Fachin alerta para um "6 de janeiro" ainda pior no Brasil

Presidente do TSE diz, em palestra, que há risco de, após as eleições deste ano, acontecer no País um episódio semelhante à invasão do Capitólio, de 2021
Nos EUA, Fachin alerta para um “6 de janeiro” ainda pior no Brasil
Foto: Rovena Rosa/Agencia Brasil

O presidente do TSE, ministro Edson Fachin, afirmou, em palestra nos EUA nesta quarta-feira (6), que o Brasil pode vivenciar uma cena semelhante à invasão do Congresso americano, após às eleições presidenciais deste ano.

Fachin disse, sem citar Bolsonaro, que a situação pode ser ainda pior do que foi na capital americana.

“Nós poderemos ter um episódio ainda mais agravado do 6 de janeiro, do Capitólio”, ressaltou.

No dia 6 de janeiro de 2021, apoiadores de Donald Trump promoveram uma violenta invasão ao Capitólio para tentar impedir que o Congresso americano declarasse a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais do país.

Em testemunho ao comitê da Câmara que investiga a invasão, a ex-assessora especial da presidência dos EUA, Cassidy Hutchinson, afirmou que Trump sabia que seus apoiadores estavam armados na ocasião e mandou as forças de segurança permitirem a passagem deles.

Na palestra de hoje, Fachin também afirmou que as Forças Armadas podem colaborar, mas não intervir nas eleições. Ele ressaltou que tal subversão de papel não será aceita.

“Colaboração, sim. Intervenção, jamais”, destacou.

As Forças Armadas brasileiras fazem parte da Comissão de Transparência das Eleições, órgão criado para discutir medidas que possam ampliar a segurança e a transparência do processo eleitoral.

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