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“Não houve superfaturamento”, diz Wagner Rosário, sobre contrato da Covaxin

O ministro afirmou que o órgão fez uma pesquisa de preço em vários mercados e a vacina era vendida entre US$ 15 e US$ 19 a dose
“Não houve superfaturamento”, diz Wagner Rosário, sobre contrato da Covaxin
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O ministro da CGU, Wagner Rosário, reafirmou há pouco à CPI da Covid que não houve superfaturamento ou sobrepreço no acerto entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para o fornecimento da vacina Covaxin, da indiana Bharat Biotech.

“Superfaturamento é o ato após o pagamento. Nós também não identificamos o sobrepreço. Fizemos verificações em vários países e o preço em que eles vendem a vacina em outros mercados ficava entre US$ 15 a US$ 19. Então, o Brasil fechou nesse patamar de US$ 15”, disse Rosário.

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