

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro (foto), afirmou que “não se trata de retórica, tampouco de criminalizar a política, mas de dignificá-la” ao falar sobre manifestação do presidente da Câmara, Arthur Lira, ao Supremo Tribunal Federal defendendo a constitucionalidade do valor do fundo eleitoral.
“Em um momento de absoluta crise sanitária e econômica, o Congresso fez uso de artifícios inconstitucionais para aumentar desproporcionalmente o Fundo Eleitoral em causa própria”, disse Ribeiro.
O presidente do partido disse ainda que “boa parte dos parlamentares, que deveriam representar a população em seus anseios, viraram as costas aos brasileiros e que o Novo não vai compactuar com isso”.
Mais cedo, como mostramos, Lira defendeu na Corte a rejeição de uma ação apresentada pelo partido Novo para revogar a aprovação do fundo eleitoral vai financiar as eleições de 2022. Ontem, a AGU já havia feito o mesmo pedido.
Na semana passada, em seu primeiro despacho como ministro do STF, André Mendonça pediu informações à Presidência e ao Congresso sobre a criação de um fundo eleitoral.
Em dezembro, o Congresso aprovou o Orçamento deste ano com a previsão de R$ 4,9 bilhões para o fundão.



167 rodovias federais permanecem bloqueadas por caminhoneiros bolsonaristas
Ministério da Justiça multa caminhoneiros bolsonaristas que bloqueiam rodovias
Seul acusa Coreia do Norte de “invasão” após disparos de mísseis
Manifestantes fazem vigília em frente ao QG do Exército em Brasília
"Ele disse acabou", afirma Fachin, sobre Bolsonaro