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Lewandowski aplaude o juiz de garantias

Lewandowski aplaude o juiz de garantias
FOTO: NELSON JR./SCO/STF

Ricardo Lewandowski, em entrevista para El País, defendeu o juiz de garantias, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado por Jair Bolsonaro:

“Esse é um avanço extraordinário. Eu sempre pugnei para que o juiz de garantia fosse adotado. Eu diria até que é um passo além daquilo que nós implantamos quando estivemos à frente do STF e do Conselho Nacional de Justiça.”

Ele defendeu também o inquérito das Fake News:

“Esse inquérito que foi aberto — e também não quero entrar de forma mais vertical nessa questão porque isso eventualmente pode ser apreciado pelo plenário da Corte— não se confunde com um inquérito policial e muito menos com os inquéritos abertos pelo Ministério Público. É um inquérito que qualquer órgão administrativo pode abrir, estando ou não previsto ou não em seu regimento interno. Um hospital público, se desaparecerem alguns medicamentos de seu almoxarifado, pode abrir um inquérito. Uma universidade pública, se tiver um problema com professores, alunos e servidores, pode abrir um inquérito para investigar. O inquérito que foi aberto no STF tem, sim, amparo no regimento interno, mas é uma providência que qualquer órgão público poderia tomar, porque não é preciso ser necessariamente um órgão judicante para investigar determinados atos que eventualmente possam ser considerados ilícitos.”

Um hospital público ou uma universidade podem censurar uma revista, como o STF fez com a Crusoé?

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