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Ideia de manifesto partiu de Mandetta e é "primeiro passo" para possível candidatura única

Ideia de manifesto partiu de Mandetta e é “primeiro passo” para possível candidatura única
Fotos: Agência Brasil (exceto foto de Huck, World Economic Forum/Ciaran McCrickard/Fotos Públicas)

O manifesto em defesa da democracia divulgado nesta semana e assinado por seis presidenciáveis foi uma ideia de Luiz Henrique Mandetta (DEM), um dos nomes do chamado “centro democrático” cotados para o Planalto em 2022.

Os signatários do documento reconhecem que a iniciativa — que teve o apoio até de Ciro Gomes (PDT) — pode ser um “primeiro passo” para a construção da possível candidatura única do grupo.

Eduardo Leite (PSDB) disse ao Estadão que “não significa convergência absoluta”, “mas percebo a disposição de uma diálogo permanente”. Roberto Freire, interlocutor de Luciano Huck, considerou o manifesto “fato inédito na história da República”.

João Doria, acusado internamente no grupo de tentar “queimar a largada”, disse também ao Estadão que “o manifesto integra seis visões e personagens da política brasileira, tomando como eixo central os valores democráticos do País e a proteção do seu povo”. Já João Amoêdo, do Novo, ponderou que “existem diferenças ideológicas, mas o manifesto pode ser uma semente”.

A Folha noticia que o texto foi sugerido por Mandetta por volta das 16h da última quarta-feira. A assinatura de Ciro Gomes foi uma surpresa. O jornal conta que, “como o pedetista é desafeto público de Doria, coube a Mandetta procurá-lo”.

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