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Gilmar não comenta pedido de afastamento

Gilmar não comenta pedido de afastamento
Foto: Nelson Jr./SCO/STF

O gabinete de Gilmar Mendes informou, por meio da assessoria do STF, que ele não vai comentar o pedido da força-tarefa da Lava Jato para afastá-lo das investigações sobre Paulo Preto e Aloysio Nunes.

O ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores também informou que não fará declarações.

Como revelamos mais cedo, o Ministério Público captou troca de mensagens na qual o ex-senador intercede junto ao ministro em favor de Paulo Preto, para prolongar o andamento de uma ação na qual é acusado de peculato, o que poderia levar o processo à prescrição.

O gabinete lembrou, porém, que Gilmar Mendes reconsiderou essa decisão, à pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), possibilitando à juíza do caso sentenciar o ex-diretor da Dersa antes da prescrição.

“Conforme andamento processual do HC 167.727, a ordem de habeas corpus parcialmente concedida no dia 13/2/2019 a Paulo Vieira de Souza restringia-se à realização de diligências solicitadas pela defesa, com fins de efetivar o devido processo legal.

De qualquer forma, em atenção à manifestação da PGR que chegou ao relator no dia 27/2/2019, em que a juíza responsável pela condução do processo na instância de origem noticiava que tais diligências já haviam sido realizadas ou estavam prejudicadas, a referida decisão foi reconsiderada no último dia 1/3/2019″, esclareceu o gabinete do ministro.

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