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"Essa de dizer que levou o recurso e não querer aparecer é uma coisa nova"

Novo relator-geral do orçamento disse que "é complicado" alterar neste ano o modelo baseado nas chamadas emendas de relator
“Essa de dizer que levou o recurso e não querer aparecer é uma coisa nova”
Foto: Roque de Sá/ Agência Senado

O senador Marcelo Castro (MDB-PI), escolhido para ser relator-geral do orçamento de 2023, renovou suas críticas ao orçamento secreto, mas disse ao Estadão que considera difícil mudar o modelo no curto prazo.

 “Isso é da Mesa do Congresso Nacional, que baixou a resolução.”

Questionado pelo jornal paulista se dá para alterar a resolução, ele afirmou:

“Este ano é complicado. Baixa frequência, os deputados estão todos envolvidos nas suas eleições, os senadores estão ou na sua reeleição ou no comando dos estados.”

Castro comentou, ainda, o fato de o Congresso ter descumprido a transparência determinada para as emendas de relator.

“Eu soube que o relator-geral do ano passado, Marcio Bittar, disse que não tinha mais como dar essa informação. A briga aqui no Congresso sempre foi para um deputado ou senador dizer que levou o recurso. Essa de dizer que levou o recurso e não querer aparecer é uma coisa nova.”

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