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Em sua defesa, Wajngarten responsabilizou antecessores por contratos de publicidade

Em sua defesa, Wajngarten responsabilizou antecessores por contratos de publicidade
Foto: Adriano Machado/Crusoe

Na defesa que enviou à Comissão de Ética Pública da Presidência, Fábio Wajngarten argumentou que não fez qualquer licitação nem assinou contratos com agências de publicidade. Tudo foi feito por seus antecessores na Secretaria de Comunicação: Floriano Amorim (governo Bolsonaro) e Márcio Freitas (governo Temer).

“Os contratos firmados entre a União, por intermédio da Secom, e as agências de propaganda PPR, Calia Y2 e Artplan foram firmados pela Secom em 21.8.2017, na gestão anterior do governo federal, com a assinatura do então secretário especial Márcio de Freitas Gomes”, escreveu Wajngarten.

Em outro trecho, ele ressaltou ainda que, numa seleção interna, a Arplan foi a “vencedora do procedimento para o desenvolvimento da Campanha Nova Previdência, demandada em fevereiro de 2019, ainda no âmbito da anterior gestão do então secretário especial Floriano Amorim”.

Wajngarten destacou que “o valor inicial dos contratos de publicidade foi de R$ 208 milhões, quando firmados em 2017, passando a um valor de R$ 260 milhões na gestão anterior do governo federal”. No atual governo, a cifra foi reduzida para R$ 127,3 milhões.

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