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Deltan pede que TCU julgue diárias da Lava Jato com 'isonomia'

Tribunal de Contas analisa pagamento de diárias, passagens e gratificações dadas a procuradores do Ministério Público durante a operação
Deltan pede que TCU julgue diárias da Lava Jato com isonomia
Foto: Vagner Rosário/Crusoé

O ex-procurador Deltan Dallagnol, que coordenou a força-tarefa da Operação Lava Jato pelo Ministério Público Federal, pediu que o TCU trate o caso com “isonomia”. O pré-candidato a deputado federal pelo Paraná apresentou sua defesa ao Tribunal de Contas da União.

Deltan alega que a tomada de contas feita pelo tribunal, investigando o pagamento de diárias e passagens da Operação Lava Jato, foi feita “sem elementos probatórios suficientes”, e que a opção adotada pela sua equipe foi legítima e econômica. Com isso, mais provas teriam de ser juntadas ao processo, ele argumenta.

“Deltan não pode ser responsabilizado pelos pagamentos realizados ou mesmo pela definição do modelo da força-tarefa”, afirmam os advogados do procurador ao TCU. Em outro trecho, os representantes de Deltan dizem que “há uma certa inversão do ônus da prova, na qual se impõe ao acusado o ônus de demonstrar a regularidade dos fatos.”

Na corte de contas, ele é investigado pelo procurador do MP Lucas Furtado, em um caso com a relatoria do ministro Bruno Dantas. A defesa do ex-chefe da Lava Jato também acusou Furtado de atuar com parcialidade.

Leia a íntegra da defesa do ex-procurador

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