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Crusoé: o ‘jeitinho’ das federações

Não vai ser tão fácil para os partidos conciliar todos os interesses e amarrar todas as pontas para formar as alianças
Crusoé: o ‘jeitinho’ das federações
Foto: Rodolfo Stuckert/CNJ

A ideia das federações partidárias é um exemplo ilustrativo da esperteza dos políticos para driblar as limitações legais que poderiam eliminar do mapa legendas nanicas e irrelevantes, diz a Crusoé.

O modelo, aprovado no ano passado, estabelece a possibilidade de uma união de no mínimo quatro anos entre os partidos.

Não será tão simples amarrar todas as pontas das alianças. Durante as tentativas de acordo, os chefes dos partidos perceberam que a regra que prevê a união até 2024 pode ser um obstáculo, até por envolver duas eleições de naturezas distintas. Se já é complexo costurar palanques para uma eleição em um país de diversidades regionais como o Brasil, que dirá para duas.

A diferença para as coligações é que agora é obrigatório que os acertos sejam nacionais. Até então, o partido podia fazer acertos regionais para a disputa das vagas de deputados estaduais e governadores, por exemplo, e fechar alianças diferentes no âmbito nacional. Também não havia a obrigação da atuação conjunta por um tempo determinado.”

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