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Crusoé: o fundão de Valdemar

O presidente do PL lucra pessoalmente com a parte do fundo partidário destinada à legenda; ele arrecadou pelo menos R$ 1 milhão em três anos
Crusoé: o fundão de Valdemar
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Com a filiação de Jair Bolsonaro ao PL, Valdemar Costa Neto espera eleger mais parlamentares em 2022 e, assim, obter mais dinheiro dos fundos partidário e eleitoral. O presidente do PL sabe operar muito bem esses recursos, diz a Crusoé.

“Integrante do PL há mais de 30 anos e comandante da sigla há duas décadas, Valdemar desfruta das benesses proporcionadas por esses fundos, que pelos seus cálculos podem ser elevados em até 60% no próximo ano – em 2020, a agremiação recebeu 181,4 milhões de reais. A variada fonte de receitas repassadas pelo PL lhe rendeu pessoalmente pelo menos 1 milhão de reais em três anos. Para alcançar esse valor, Valdemar se especializou em ganhar dinheiro no varejo.”

“Por exemplo, no ano passado, o cacique da sigla recebeu uma generosa rescisão numa, digamos, astuta troca de regime de contrato. Até 2020, Valdemar era contratado com carteira assinada com salário de 33 mil reais e foi demitido para receber as indenizações trabalhistas, que somaram 120 mil reais. No dia seguinte, foi recontratado como prestador de serviço, com o mesmo salário.”

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