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Crusoé: o elogio da bandidagem

Ao admitir que agiu para libertar os sequestradores de Abilio Diniz, Lula lembra como o PT sempre esteve disposto a perdoar autores de crimes hediondos, desde que seguissem sua cartilha ideológica
Crusoé: o elogio da bandidagem
Lula / Foto: Ricardo Stuckert

Com a língua solta em sua sexta campanha para o Palácio do Planalto, Lula tem revelado segredos que o PT preferiria esconder, diz a Crusoé.

“Em um discurso na sexta, 17, ele admitiu que procurou o então presidente Fernando Henrique Cardoso e o ministro da Justiça Renan Calheiros para solicitar, em 1998, a libertação dos sequestradores do empresário Abilio Diniz. Naquele ano, os criminosos — cinco chilenos, dois canadenses, dois argentinos e um brasileiro — já estavam presos havia dez anos pelo crime, cujo objetivo era levantar 30 milhões de reais para financiar o grupo terrorista Movimento Esquerda Revolucionária, o MIR do Chile.”

“A louvação dos sequestradores é mais um sintoma da inclinação petista para romantizar e desculpar atos contrários à lei, contanto que seus protagonistas sigam sua cartilha de esquerda. Desde que, ainda em 1989, o delegado Romeu Tuma e o secretário de Segurança Pública, Luis Antônio Fleury Filho, afirmaram que havia material de propaganda do PT, como bandeiras, camisetas e bandeiras, com os sequestradores, o partido negou qualquer vínculo com o MIR do Chile. Havia ainda o temor de que o crime pudesse atrapalhar Lula em na eleição presidencial, a qual acabou sendo vencida por Fernando Collor. O PT sempre procurou se desvencilhar publicamente do MIR, mas em privado seguiu próximo ao grupo.”

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