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Crusoé: a falta de liberdade explica o fracasso da educação

A aprovação do ensino domiciliar, ou homeschooling, pelo Congresso pode abrir caminho para mais iniciativas de parceria público-privadas nas combalidas escolas nacionais
Crusoé: a falta de liberdade explica o fracasso da educação
Foto: Pillar Pedreira/Senado Federal

O destino da maioria dos estudantes brasileiros hoje é definido pelo seu CEP, diz a Crusoé.

É o endereço que determina a alocação dos estudantes nas escolas da rede pública de ensino. E 84% dos alunos no Brasil não têm outra escolha. Caso os pais não estejam satisfeitos, seja porque os filhos não aprendem adequadamente, não há opção. Apesar de o estado gastar — e a escolha do verbo ‘gastar’ em vez de ‘investir’  é proposital — cerca de 6% do PIB em educação, mais que países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE, a nossa educação fracassou: 38% dos alunos universitários são analfabetos funcionais.

“[…] E a pandemia piorou o que já era ruim. Fomos o país que ficou por mais tempo com as escolas fechadas e, segundo o Fundo Monetário Internacional, o FMI, isso significa que os estudantes brasileiros sofrerão uma perda de renda média de 9,1%, ocupando a 3ª pior posição entre os países do G20. […] Escolher onde os filhos vão estudar é um ‘luxo’ que só é permitido àqueles pais que podem pagar mensalidades de escolas privadas.”

“Nesse sentido, a aprovação do ensino domiciliar, o homeschooling, na Câmara é uma das melhores notícias para o futuro da aprendizagem no Brasil desde a criação do Programa Universidade para Todos, o Prouni.”

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