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Crusoé: a CPI que morreu de véspera

Estratégia de Lula para tentar emparedar Sergio Moro em ano eleitoral não dá certo, e partido recua para evitar vexame no Congresso
Crusoé: a CPI que morreu de véspera
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Nesta sexta-feira (28), Sergio Moro (foto) irá revelar quanto recebeu da Alvarez & Marsal durante os 10 meses em que trabalhou na empresa americana, depois de deixar o governo Bolsonaro, lembra a Crusoé. A intenção do pré-candidato do Podemos ao Planalto é, segundo suas próprias palavras, conferir “transparência” e colocar uma pedra no assunto que ocupou o noticiário nas últimas semanas, por obra do PT e com o esforço estranhamente diligente de figuras do TCU.

“O PT é useiro e vezeiro em fazer muita espuma para alcançar seus fins politiqueiros. Faz parte da práxis petista, irrefreável sobretudo em ano eleitoral. […] Lula disseminou a ideia de que a instauração de uma CPI no Congresso seria a melhor maneira de constranger o adversário na corrida ao Planalto.”

“[…] Ao longo desta semana, porém, Lula percebeu que a tentativa de instaurar a CPI poderia representar um tirambaço no pé do PT. Sobretudo porque o partido havia recebido informações preliminares da consultoria jurídica da Câmara de que havia dúvidas se realmente seria possível instalar uma comissão de inquérito com o objetivo pretendido pelo PT. […] Mesmo que a CPI fosse juridicamente viável, Lula passou a entender que, se ela não fosse capaz de aniquilar Moro politicamente, poderia ao fim e ao cabo transformá-lo em vítima.”

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