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Ciro espremido

Polarização inviabiliza montagem dos palanques do pedetista pelo país, inclusive em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro
Ciro espremido
Foto: Reprodução/Twitter

A polarização inviabiliza a montagem dos palanques de Ciro Gomes pelo país, inclusive nos estados onde o PDT apostava em garantir uma maior votação, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O problema também se repete no Nordeste, segundo a Folha.

No caso mineiro, o PSD retirou a pré-candidatura de Rodrigo Pacheco e não a substituiu até hoje. Gilberto Kassab já declarou apoio a Alexandre Kalil ao governo estadual e deve liberar a legenda na disputa nacional. Kalil deve apoiar Lula.

No Rio de Janeiro, o PDT lançou Rodrigo Neves, ex-prefeito de Niterói, para o governo do estado. Mas Ciro negocia apoio do PSD, que tem como candidato ao Palácio da Guanabara Felipe Santa Cruz, ex-presidente da OAB, apoiador de Lula.

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, o PDT oficializou o nome de Elvis Cezar, ex-prefeito de Santana de Parnaíba, para a disputa do governo do estado. Mas seu nome ainda não foi testado nas pesquisas.

No Nordeste, a situação de Ciro também é complicada. ​Mesmo no Ceará, base eleitoral do pedetista, há disputas internas envolvendo a formação do palanque. Os mais cotados para a disputa são o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (PDT) e a governadora Izolda Cela (PDT), que assumiu após renúncia de Camilo Santana (PT) e conta com o apoio do PT.

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