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Cidadania e MDB confirmam apoio a Tebet e emparedam executiva do PSDB

Os partidos liderados por Roberto Freire e Baleia Rossi reafirmaram aliança em torno da senadora; tucanos ainda enfrentam resistências
Cidadania e MDB confirmam apoio a Tebet e emparedam executiva do PSDB
Foto: Divulgação/MDB

Após o ex-governador João Doria desistir de disputar o Palácio do Planalto, as executivas nacionais de Cidadania e MDB reafirmaram hoje seu apoio à candidatura da senadora Simone Tebet (MS) à Presidência da República.

Assim, os dois partidos emparedaram o PSDB para chancelar, o quanto antes, o nome da parlamentar como opção da chamada Terceira Via. O partido tinha uma reunião marcada para hoje, mas o encontro foi adiado pela cúpula tucana.

Na semana passada, os presidentes das três agremiações – Baleia Rossi (MDB), Roberto Freire (Cidadania) e Bruno Araújo (PSDB) – decidiram apoiar a candidatura de Tebet, mas o posicionamento ainda carecia de confirmação de dirigentes e militantes das três siglas. Hoje, MDB e Cidadania endossaram a candidatura da senadora.

Com esse movimento, MDB e Cidadania pressionam uma ala do PSDB, liderada pelo deputado federal Aécio Neves (MG), que é contrária a apoiar a candidatura de Tebet. Araújo é a favor da candidatura da senadora e busca emplacar o vice na chapa presidencial.

Hoje, dois tucanos são apontados como possíveis vices: o senador Tasso Jereissati e o ex-governador gaúcho Eduardo Leite.

Aécio, por sua vez, acredita que o PSDB deve encabeçar a chapa e trabalha para que a senadora do MDB desista da disputa.

Como mostramos mais cedo, o presidente do MDB, Baleia Rossi, disse que pelo menos 90% do partido endossou o nome de Tebet; já o presidente do Cidadania, Roberto Freire, afirmou há pouco em nota oficial que, “com Simone Tebet, MDB, PSDB e Cidadania dão um passo concreto na direção da manutenção da democracia com um programa comum: projetar o Brasil do Século XXI”.

“Uma polarização cujo legado poderá ser ainda a reeleição do pior governo que esse país já teve. Ninguém está aqui a dizer que uma ditadura como a de 58 anos atrás se avizinha. Mas a destruição de seus pilares está em curso”, afirmou Freire, há pouco.

“A história não se repete senão como farsa. Mas é importante conhecê-la. Os erros e os acertos. Simone Tebet terá a oportunidade de liderar um projeto que atraia os setores mais diversos possíveis”, acrescentou.

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