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CGU: assessores de Ribeiro pediram demissão por atuação de pastores

Segundo o órgão de controle, eles relataram que alertaram o então ministro do “perigo” que a atuação dos religiosos trazia para o MEC
CGU: assessores de Ribeiro pediram demissão por atuação de pastores
Reprodução/Redes sociais

De acordo com relatório da Controladoria-Geral da União obtido pela CNN, assessores de Milton Ribeiro (à esquerda na foto) pediram demissão do MEC por causa da insistência do então ministro em manter os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura próximos da pasta.

Segundo a CGU, assessores relataram, “em tom de desabafo”, que alertaram o então ministro do “perigo” que a atuação dos pastores trazia para a imagem da pasta.

Para o órgão de controle, não se sustentam os argumentos de que Ribeiro teria se distanciado dos pastores lobistas. A CGU cita a transferência que o ex-ministro recebeu de R$ 60.000 de Arilton Moura em fevereiro.

A transferência envolveu um carro SUV Sportage atribuído à esposa do ex-ministro, Myriam Pinheiro Ribeiro, que teria sido vendido a uma filha do pastor, Victoria Bartolomeu.

“Ressalte-se que […] a transação foi realizada em 22/02/2022, ou seja, cerca de seis meses após a denúncia formalizada pelo próprio Milton Ribeiro à CGU”, diz a CGU.

“Infere-se, portanto, que após a denúncia formalizada em agosto de 2021, não houve qualquer alteração efetiva no relacionamento de Milton Ribeiro com o pastor Arilton Moura.”

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