

Ricardo Barros, ex-ministro de Michel Temer e novo líder do governo na Câmara, afirmou em entrevista ao SBT ter assumido a posição “justamente na hora em que o presidente Bolsonaro se articula com a política como ela é”.
“Nós tivemos um início de governo em que o presidente Jair Bolsonaro vinha numa dicotomia entre a velha politica e a nova política. Se relacionou inicialmente com frentes parlamentares da Câmara e do Senado e nomeou ministros indicados por essas frentes”, disse Barros, acrescentando que “isso não teve efeito prático”.
“A partir de fevereiro, o presidente começou a dialogar com presidentes de partidos, com líderes partidários, e mudou o eixo da articulação política do governo”, acrescentou o deputado do PP paranaense.
O Antagonista acha que o resumo da ópera é mais simples: Bolsonaro abraçou a “velha política” do Centrão e chutou a Lava Jato –ou seja, Sergio Moro– para fora de seu governo.



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